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Marketing Jurídico: Escritórios precisam se atualizar

01/04/2016

Alguns escritórios têm resistência em reconhecer a verdadeira identidade econômica de seus negócios e que as antigamente chamadas “bancas” se configuram hoje como empresas de prestação de serviços jurídicos.

Também é antiga a consideração tradicional que a atividade da advocacia não é mercantilista. Como se classificaria a atividade de uma “instituição” (usando como exemplo um escritório corporativo pequeno/médio), que tem cerca de 50 pessoas trabalhando, uma carteira de clientes na casa de dois a três dígitos e que fatura valores que chegam aos seis/sete dígitos anualmente? A resposta é: trata-se de uma empresa; e maior que a grande maioria das pequenas e médias empresas brasileiras.

Com a participação atual mais intensa nas redes sociais, constatamos que a maioria do conteúdo postado pelos escritórios nas redes ainda segue o modelo tradicional de aparecer na mídia, apresentando um certo padrão.

O foco das publicações se concentra na divulgação institucional da banca e seus profissionais, artigos com discussões jurídicas profundas e complexas, notícias envolvendo as áreas de atuação, a participação em eventos ou recebimento de prêmios.

O grande desafio dos escritórios e dos responsáveis pela gestão do marketing digital é encontrar formas inovadoras de divulgar as atividades desenvolvidas pela banca, com uma linguagem acessível e objetiva aos clientes (que são o público-alvo), e explorando as particularidades de cada uma das ferramentas online disponíveis.

Além disso, é fundamental que a estratégia seja desenvolvida respeitando as normas determinadas pelo Estatuto e pelo Código de Ética da OAB, que estabelecem uma série de restrições para a realização de ações mais incisivas de comunicação com o mercado.

Fonte: Segs e Lex Marketing

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